Que pena não haver muitas borboletas no Natal em Portugal...Adoro esta canção e o video também está muito engraçado. A Bebé adormeceu muitas vezes ao som desta canção.
E embora este Natal esteja a ser um pouco triste para nós espero que, apesar de tudo a Paz, a Luz e o Amor permaneçam nos nossos corações.
Borboleta pequenina saía fora do rosal
Venha ver quanta alegria
Que hoje é noite de Natal...
dezembro 21, 2009
dezembro 20, 2009
Uma versão "não violenta" do Atirei o pau ao gato
A Bebé (como todas as crianças!) adora a canção "Atirei o pau ao gato". Mas eu que até gosto de gatos não consigo deixar de me sentir mal a cantar uma canção que expressa violência sobre um animal. Afinal "Atirar o pau ao gato" já é mau mas ficar aborrecido porque "o gato não morreu" ainda é pior!
Então começei a cantar a canção mas com uma nova lírica, inventada na hora; nada de especial, é certo, mas que pelo menos apaga a violência da canção! E o mais importante é que a Bebé gosta tanto desta nova versão como da outra!
Aqui fica a nova versão (não oficial ), não violenta do Atirei o pau ao gato:
Então começei a cantar a canção mas com uma nova lírica, inventada na hora; nada de especial, é certo, mas que pelo menos apaga a violência da canção! E o mais importante é que a Bebé gosta tanto desta nova versão como da outra!
Aqui fica a nova versão (não oficial ), não violenta do Atirei o pau ao gato:
Atirei o pão ao gato,to
Mas o gato, to não comeu, meu, meu
D. Chica, ca, ca levantou-se, se
E leitinho, e leitinho ela lhe deu
MIAU!
dezembro 16, 2009
Anjos e estrelas de Natal feitos a partir de material para reciclagem
Talvez porque o meu Natal em criança tenha sido despovoado de Pai Natal; essa figura seja para mim tão pouco significativa.
As memórias de infância trazem-me o cheiro do pinheiro bravo que o avó selecionava cuidadosamente no pinhal (só levamos esta árvore porque mais tarde ou mais cedo teria de ser cortada...); as cores das luzes da àrvore reflectidas e alongadas na parede que me faziam sonhar; a família unida, chegada; a missa do Galo onde dormitava no colo da minha mãe; o cheiro da braseira; o ronronar dos gatos; a felicidade de abrir os presentes assim que acordávamos que tinham sido trazidos pelo menino Jesus; o sorriso da minha mãe; as estrelas brilhantes que sempre insistiam em iluminar a noite de Natal...
Sim, no tempo e no espaço da minha infância o Pai Natal não tinha lugar de ser. Ali longe das cidades, dos hipermercados, dos catálogos publicitários intermináveis de brinquedos, da publicidade televisiva repetitiva natalícia; o Natal era Natal...
Embora a Bebé seja pequena demais para se aperceber que é Natal considerei importante construir com ela algo que pudesse mais tarde constituir uma memória do seu segundo Natal. Assim, inspirada pelo amor que tenho às estrelas (luz), pela simpatia que nutro pela simbologia dos anjos (protecção, pureza, paz) e pelo apreço que tenho às coisas simples e pequenas (simplicidade); fizemos estes pequeno objectos para adicionarmos ao pequeno presépio pintado pela tia O. (amor, família, dádiva).
Espero, Bebé, que possas ter memórias felizes do Natal da tua infância e que nem tu nem eu nos percamos na onda deste materialismo assolador que sufoca o nosso espírito dificultando a vivência dos valores nobres que o Natal significa...
Ainda juntas haveremos de descobrir nos céus das noites de Natal que hão-de vir a estrelinha " que embora pequenina era a mais brilhante do céu e ao seu lado, se olharmos com muita atenção, veremos o anjo pequenino que zelosamente a guarda"...
Esta estrelinha é recortada em pano de limpeza amarelo, enchida com algodão e decorada com bolinhas coloridas para bolos e purpurinas. Aproveitámos um pedaço de fita de um presente e usámo-lo como fio para pendurar a estrela.
Os anjos são construídos a partir de uma caixa de ovos; pintada com tinta de sumo em pó com farinha (para a Bebé poder pintar em segurança); as cabeças são pequenas esfera realizadas em masssa de sal; os cabelos são feitos em fibra de enchimento; utilizámos estrelinhas e purpurinas para decorar.
dezembro 11, 2009
A Noite estrelada de Van Gogh: actividade para o jardim de infância
Inserida dentro do projecto: Uma viagem no Espaço, desenvolvido com um grupo de crianças com 4 anos de idade, esta actividade começou com a leitura de um poema sobre a noite seguida por um diálogo sobre o poema.
Que brilha alta no céu, na noite escura.
Os morcegos andam a voar na rua...
Que andarão eles à procura?
Amanhã quando acordar
Vou pintar a tinta preta
Um céu escuro e um cometa.
Peço um desejo à estrela cadente
- Quero ser super-herói quando crescer!
E como as andorinhas voar ao entardecer

Na minha capa negra.
(a.m.)
Depois foi apresentado às crianças uma reprodução da obra Noite estrelada de Van Gogh.
Foi muito interessante a interpretação que as crianças fizeram do quadro. É supreendente como são atentas aos pormenores e como conseguem imaginar acções e personagens a partir de um quadro.
Identificaram as estrelas pintadas no quadro como sóis pequeninos. Pois, eles ainda não sabem, mas é isso mesmo que as estrelas são: sóis a brilhar na escuridão da noite e a iluminar, sabe-se lá, por ventura, o dia de outro planeta distante!
Em seguida realizaram uma pintura inspirada no poema e no quadro explorados.
dezembro 10, 2009
Fazendo bolinhos para a Avó
O importante é deixá-la vivenciar novas experiências, deixá-la sentir, tocar, provar novos sabores, cheiros, texturas e dar-lhe liberdade para experimentar, descobrir e ir embora quando assim o desejar. Os bolinhos (o produto) são para os adultos mas o processo foi para a Bebé.
Um dia mais tarde irá poder viver de outra forma estas experiências e perceber também que é muito bom dar algo feito por nós a quem tanto gostamos, especialmente nesta sociedade tão materialista.
A receita dos bolinhos é muito simples mas ficam muito saborosos:
100g manteiga de soja
50g açúcar
1 ovo
canela
raspa de limão
E já dizia Picasso: Demorei muitos anos para pintar como Rubens e a vida inteira para pintar como a criança.


dezembro 05, 2009
Deixar a chupeta apelando ao imaginário "maravilhoso" das crianças
Este texto falá-nos da importância do Maravilhoso na infância: Será que devemos explorar esse mundo? Que vantagens pode trazer para criança? O autor do texto, Miguel Ángel Santos Guerra (http://blogs.laopiniondemalaga.es/eladarve/2009/01/03/el-hada-de-los-chupetes/ ) , mostra-nos como usando o imaginário podemos ajudar as nossas crianças a deixar a chupeta...sem traumas!
El Hada de los Chupetes La inminencia de la noche mágica de Reyes me lleva a plantear algunas ideas sobre la importancia de la fantasía en la etapa infantil. La magia es el mundo de los niños y de las niñas. Nosotros, los adultos, nos empeñamos a veces, en nombre de una cruel pedagogía, en que no entren en él o de que salgan del mismo cuanto antes a puntapiés. Abogo por alimentar ese mundo de fantasía que se nutre de los cuentos, de las leyendas, de los personajes fantásticos y de algunas hermosas costumbres.
Me gusta la noche de Reyes. Aún recuerdo con emoción la apresurada vuelta a la casa cuando, desde el tejado del convento de las Hermanas Carmelitas de mi pueblo leonés, un hombre con un farol que indicaba el camino a Sus Majestades, decía que ya se avistaba la caravana real. Recuerdo la emoción de los preparativos de los zapatos expuestos ante el balcón, de las generosas vituallas que se dejaban sobre la mesa para que los Reyes repusieran fuerzas y, sobre todo, del sobresaltado despertar que conducía a los regalos previamente solicitados mediante la inevitable carta.
Me gustan los personajes que reparten ilusión y regalos. Papá Noel que dirige un trineo tirado por renos o Santa Claus que deja todo tipo de presentes en las casas de los niños y de las niñas. Algo parecido se puede decir de la caída de los dientes y de las generosas aportaciones del ratoncito Pérez, ese simpático y avispado personaje que habrá almacenado montañas de dientes infantiles. ¿Por qué matar en los niños esas hermosas y divertidas historias de ficción? ¿Por qué eliminar tantos personajes fantásticos que pueblan el universo infantil y lo llenan de magia?
La pena es que haya zonas del mundo instaladas en la pobreza que cuyos niños y niñas no pueden permitirse esos lujos. La pena es que, en otras zonas más desarrolladas, existan esas diferencias abismales que hacen que unos niños tengan exceso de juguetes y otros sólo la noticia de la sobreabundancia de sus semejantes.
Ya sé que todas esas fantasías acabarán desvaneciéndose a medida que vaya avanzando la fuerza de la razón o la contundencia de la realidad. Ya sé que algún niño realizará un doloroso y prematura aterrizaje en el suelo de la vida cuando un compañero de Colegio destroce sus sueños:
- Los Reyes son los padres.
Pero, bueno, habrán vivido una etapa llena de fantasías y de increíbles historias. Tiempo habrá de descubrir que muchos de esos personajes sólo estaban en nuestra imaginación. Tiempo habrá de explicar que muchas de esas amorosas mentiras sólo tenían la finalidad de hacerles más felices.
Nosotros hemos querido incrementar ese mundo mágico en la vida de nuestra pequeña Carla. En el verano pasado había llegado el momento de que se desprendiera del chupete. La pediatra, excelente profesional, mujer pragmática y contundente, nos había dicho que no había que hacerse problemas.
- Llegado el momento, yo tiré el chupete de mi hijo al cubo de la basura. Y sanseacabó.
Pensamos que podía haber otro medio más hermoso, más elaborado y también más fantástico. E inventamos un personaje: el Hada de los Chupetes. Le dijimos a Carla que el Hada vendría a buscar su chupete porque ya era una niña mayor que había cumplido tres años. Ella comenzó a preguntar por el Hada. Cuando viniera a buscar su chupete -le dijimos- iba a dejar un importante regalo escondido en la casa. El sueño de la niña era por entontes tener un patinete que había visto y que pedía con insistencia. Pues bien, el Hada se lo traería.
Un buen día del verano en el que, por cierto, contábamos en la casa con nuestros fantásticos amigos Paco Abril, Ana y su hijo Manuel hinchamos con helio varios globos en el jardín y atamos a los terminales de las cuerdas el chupete de Carla. Una vecina, que vio los preparativos de la fiesta, quiso estar presente e incrementó los testimonios de la mágica ceremonia. Carla sostenía las cuerdas emocionada. Y, al clásico, preparados, listos, ya, abrió su mano y soltó los globos. Los chupetes subieron al cielo y desaparecieron para siempre porque el Hada de los Chupetes se los había llevado.
Luego entramos en la casa. Carla nos precedía en la emocionante búsqueda. ¿Habrá dejado el Hada el prometido patinete? ¿Dónde lo habrá dejado? El salón, la cocina, la terraza… Por fin, apareció el patinete sobre su cama. Con los nervios del momento deshizo el embalaje y comenzó a recorrer pasillos y dependencias de la casa.
Todavía hoy, cuando alguien le pregunta quién le ha regalado el patinete, ella responde con seriedad: El Hada de los Chupetes.
Paco Abril, querido y habilísimo cuentacuentos, tuvo la gentileza de contar esta historia en La Oreja Verde, famoso suplemento infantil de La Nueva España, el 27 de septiembre de 2008. El emotivo reportaje se titula Carla y el Hada de los Chupetes.
Un compañero de Facultad me dijo al ver el reportaje de La Oreja Verde:
- Ojalá mis padres hubieran ideado una experiencia similar. Porque tiraron mi chupete a las gallinas. Y cuando vi cómo lo destruían a picotazos lloré lo indecible. Y seguí llorando cada vez que lo recordaba. La retirada del chupete fue un trauma para mí.
Brindo hoy esta iniciativa a los papás y a los educadores que se encuentren en la tesitura de retirar el chupete de sus hijos o de sus educandos ¿Por qué no llenar de fantasía la vida de los niños? ¿Por qué no hacer emocionante aquello que puede resultar traumático? Si la idea del Hada se generalizase, podríamos decir al ver un manojo de globos elevarse al cielo:
- Mira, otro niño (otra niña) que ha llamado al Hada de los Chupetes.
dezembro 03, 2009
Reflecindo sobre a vida
Enquanto regressávamos a casa no meio da água que caía suave do céu, senti-me tão feliz e vi que essa felicidade era feita de pequenas coisas tais como ver a chuva a cair da janela verde da sala em silêncio com a bebé ao colo e dançarmos juntas ao longo do dia fragmentos voluvéis de anúncios publicitários…
Faz-me feliz a proximidade táctil, física, emocional da Bebé e o olhar do seu papá que me entende sem eu precisar de dizer nada;
Faz me feliz saber que os que amo estão quentes, seguros e próximos mesmo a quilómetros de distância;
Faz me feliz saber que os que amo estão quentes, seguros e próximos mesmo a quilómetros de distância;
Faz-me feliz adormecer agora olhando a Bebé sonhando, junto a mim como um anjo...
Sou tão feliz.
Obrigada Universo por conspirares por todos os meus sonhos e por me teres dado nova vida ao gerares dentro de mim com os meus átomos, as moléculas desta Bebé que me revela a cada dia que a felicidade mora nas pequenas coisas, naquelas que vivemos sem nos darmos conta, em que somos nós de forma inteira e cheia como a lua que ilumina o céu agora.
Para ser grande, sê inteiro: nada
Teu exagera ou exclui.
Sê todo em cada coisa. Põe quanto és
No mínimo que fazes.
Assim em cada lago a lua toda
Brilha, porque alta vive
Ricardo Reis
novembro 30, 2009
Reflecindo sobre o desevolvimento da Bebé aos 14 meses
Hoje dei-me conta que a Bebé aos 14 meses já possui dentro de si o conceito de tantas coisas, entre elas estão as flores. Identifica as flores entre várias formas e cores, no jardim, nos livros, na televisão. Franze o nariz e inspira sempre que vê uma flor.
Agora vejo que nem sequer é preciso conseguir falar para apreciar a beleza das flores...
Agora vejo que nem sequer é preciso conseguir falar para apreciar a beleza das flores...
Isto fez-me pensar que o cérebro da Bebé já efectua complexas associações e pensamentos mas como ainda se expressa oralmente de forma rudimentar; é fácil não ver a complexidade do pensamento que na verdade já possui.
Há muito de biológico (inato) no desenvolvimento. Talvez seja um pouco como semear uma flor; desde que a reguemos, lhe demos em terra fértil, luminosidade e temperatura adequadas e a protejamos das geadas e de outras intempéries; a flor florescerá. Parece que instintivamente os bebés sabem como aprender. Cabe a nós cuidar, amar, proteger, dar um ambiente propício para que a criança germine, crie raiz, caule, folhas, flores e mais tarde frutos.
Cada dia que passa vejo que não só eu quem ensina a Bebé mas é ela que explorando, descobrindo, experimentando me dá a conhecer a inteligência da infância.
Eu sou a jardineira; cabe-me cuidar, pôr e tirar estacas se for preciso, enriquecer o seu solo se necessário, dar-lhe novo ar, novos horizontes mas ensiná-la a crescer, isso não é preciso.
Há muito de biológico (inato) no desenvolvimento. Talvez seja um pouco como semear uma flor; desde que a reguemos, lhe demos em terra fértil, luminosidade e temperatura adequadas e a protejamos das geadas e de outras intempéries; a flor florescerá. Parece que instintivamente os bebés sabem como aprender. Cabe a nós cuidar, amar, proteger, dar um ambiente propício para que a criança germine, crie raiz, caule, folhas, flores e mais tarde frutos.
Cada dia que passa vejo que não só eu quem ensina a Bebé mas é ela que explorando, descobrindo, experimentando me dá a conhecer a inteligência da infância.
Eu sou a jardineira; cabe-me cuidar, pôr e tirar estacas se for preciso, enriquecer o seu solo se necessário, dar-lhe novo ar, novos horizontes mas ensiná-la a crescer, isso não é preciso.
novembro 29, 2009
O que queremos para os nossos filhos: criar boas escolas juntos
Enviaram-me o link para um vídeo fantástico que nos leva a reflectir simultaneamente nos nossos papéis enquanto pais e professores.O vídeo encontra-se no blogue de José Matias Alves; um blogue igualmente fantástico.
Não percam! vejam o vídeo em:
http://terrear.blogspot.com/2009/11/fantastica-mensagem-que-devia-ser.html
novembro 28, 2009
Actividade motora para crianças de 2 anos: O Monstro das bolas, imaginação de cartão
Esta actividade fez parte de um miniprojecto de estágio intitulado: Um corpo que explora e que sente.
É muito simples mas pode envolver vários aspectos do desenvolvimento (expressão motora, plástica, dramática).
Basta decorar uma caixa grande de cartão com a ajuda das crianças que poderão pintá-la usando, por exemplo um rolo pequeno de pintura, explorando assim um objecto diferente para pintar e realizando uma pintura a 3 dimensões. Poderá usar-se diferentes técnicas para decorar a caixa além da pintura como colagens ou carimbagem.
As crianças fazem com restos de papéis as pequenas bolas que irão arremessar ao Monstro das Bolas.
Quando realizei esta actividade durante o estágio apresentei a caixa às crianças inventando uma pequena história afim de apelar à imaginação das crianças para que se envolvessem na actividade. Inventei que era um Monstro, simpático, que tinha uma boca muito grande, que estava sempre com muita fome e que a sua comida preferida era bolinhas de papel, como aquelas que as crianças tinham nas mãos.
Tenho a boca muito grande
Adoro comer bolinhas
Ao almoço, ao jantar e ao lanche!
A imaginação é um terreno fértil, especialmente na infância e uma caixa de cartão vira casa, monstro, carro, foguetão num abrir e fechar de olhos; num fechar e abrir de mão...
Actividade de exploração para crianças de 2 anos sobre o vestuário: O báu da roupas
Esta é mais uma actividade de exploração que fez parte o miniprojecto: Um corpo que explora e que sente.
As peças eram muito diferentes desde pequenas meias de recém-nascido, a calças de homem de tamanho grande afim de permitir às crianças comparar tamanhos e inferir sobre quem poderia vestir aquelas roupas.
Recitei também este texto (do qual desconheço o autor) e fui vestindo as diferentes peças de vestuário assim que eram citadas no texto, transformando-me numa "espécie" de palhaço!
Recitei também este texto (do qual desconheço o autor) e fui vestindo as diferentes peças de vestuário assim que eram citadas no texto, transformando-me numa "espécie" de palhaço!
Pelos braços a camisola
No pescoço ponho um laço
Nas mãos calço as luvas
Nos pés calço os sapatos
E na cabeça ponho um chapéu
Com um lenço limpo o nariz
Nos olhos ponho os óculos
Nas orelhas ponho cerejas
Com a boca dou beijinhos!
No final as crianças puderam experimentar as diferentes roupas do baú . As crianças adoraram experimentar as diferentes roupas e acessórios existente no baú e os usados pelo palhaço; foi um momento de exploração activa, com muito movimento e alegria.
Alguns objectivos da actividade:
- Desenvolver a observação, atenção e o raciocíno lógico-dedutivo das crianças
- Consolidar as noções de tamanho (grande/pequeno)- Identificar cores
-Explorar, comparar e manipular peças de roupas de diferentes cores, tamanhos, texturas
-Proporcionar um momento de alegria, fantasia e imaginação às crianças
- Apreciar dramatizações simples
- Desenvolver a linguagem oral e a compreensão das crianças
- Explorar o nome das diferentes peças de vestuário e as suas cores
- Desenvolver a autonomia no vestir e calçar
- Divertir-se com os colegas
Actividade sobre alimentação para crianças de 2 anos: Os legumes da sopa
Alguns objectivos do jogo dos legumes embrulhados:
Explorar de forma lúdica (através de um jogo) os legumes
Desenvolver a capacidade de observação, atenção e memória visual
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