abril 20, 2010

Explorando as primeiras letras e os primeiros algarismos com a Bebé

A Bebé demonstra muito interessante pelas letras e especialmente pelos algarismos pelo que resolvi começar a construir com a ajuda da Bebé letras e algarismos.
Pensei que seria interessante construir objectos que pudessem ser transportados facilmente pela Bebé; que fossem versáteis para a realização de diferentes futuras actividades;que fossem resistentes; divertidos.
Este será um projecto a longo tempo pois iremos construir as letras e os algarismos ao longo dos próximos meses, seguindo o interessante e o ritmo da Bebé.
Esperamos usar técnicas diferentes para construir os objectos, tentando reutilizar materiais da caixa da reciclagem.
Parece-me que vai ser um projecto muito divertido, potenciador de muitas actividades e aprendizagens.


Para construir as nossas primeiras letras e algarismos colocámos pasta de papel sobre um molde de cartão e depois pintámos.

abril 17, 2010

Golfinho!

Esta última semana a Bebé tem dito tantas palavras novas e golfinho foi uma delas. Apaixonada como sou por estes mamíferos fiquei muito feliz por ouvir a Bebé dizer esta palavra.
Partilho aqui esta canção divertida sobre golfinhos. Gostará a Bebé tanto deles como eu?

abril 10, 2010

Competências Bebé-matemáticas?!


Hoje a Bebé contou até cinco. Pronunciou as palavras de forma correcta e na sequência certa. Foi a primeira vez que a ouvi contar até cinco; aliás desconhecia até que já sabia a palavra cinco.
 De onde lhe virá o fascínio pelos números?

Quando estamos na rua identifica os números nas portas, nas caixas dos super-mercados, nos carros...
Conta em voz alta os degraus quando subimos escadas e fá-lo já há algum tempo.

Vou tentar perceber se  Bebé já associa a palavra que designa o número ao algarismo correcto e se já possuí algum sentido de número ou se aquela sequência de palavras de um a cinco surgiu sem sentido, fruto de uma memorização linguística...


Os Bebés são supreendentes; eles são seres pequeninos mas infinitamente GRANDES!

abril 09, 2010

Jogo simples para o ar livre: Procurando as cores no jardim

Este jogo consiste em procurar no jardim folhas, flores, ramos... e classsificá-los segundo a sua cor.
Embora a Bebé ainda não identifique as cores verbalmente parece começar a categorizar os objectos segundo a cor pelo que considerei interessante experimentar esta actividade no jardim.
De facto a Bebé adora descobrir objectos no jardim, colher flores, folhas, tentar apanhar "camigas" pelo que se divertiu a colocar objectos na caixinha dos ovos e foi repetindo comigo o nome das cores ds objectos.
Crianças com mais idade do que a Bebé podem realizar este jogo de forma mais autónoma, decorar a caixinha e levá-la com elas para o jardim (a caixinha é muito leve e fácil de transportar).
De certeza que vão encontrar tesouros muito, muito coloridos!
1,2,3...vamos procurar!

Para adormecer a Bebé ...

Eu e a Bebé temos uma "rotina nocturna" que tem um momento que me enche de paz. Partilho-o porque talvez possa ajudar outras pessoas a serenar.

Quando a noite caí e se aproxima a hora de dormir vou conversando com a Bebé para que observe a mudança na paisagem e no céu e antes mesmo de dormecê-la vamos à varanda olhar a noite.
Observamos o céu, as estrelas, a lua. Ouvimos os sons da noite...Depois dizemos adeus às arvores, às estrelas, à rua, à noite; está escuro; é hora de ir dormir...
E depois serenamente a Bebé encosta o rosto no meu ombro e começo a embalá-la até ela adormecer...
.











Não sei bem como mas acredito que a contemplação do infinito no céu nocturno nos acalma
Parece assim ser para a Bebé que tranquila dorme agora quando a noite já vai longa...


Fado-Mãe


Ai minha fonte, meu rio,

ai de água tão pura e bela,

nos seus olhos um sol

que é a minha janela.

Quem me dera ser o mar

para a embalar

e adormecê-la.



E não deixar seu corpo arrefecer,

agasalhar-lhe o peito em minha mão;

e não deixar o vento, a chuva, a mágoa,

a solidão na sua água,

mergulhar meu coração.



Quem me dera ser o mar

para a embalar e adormecê-la!...

abril 08, 2010

Sentindo diferentes texturas em casa e no jardim

Agora que o tempo aqueceu um pouco conseguimos finalmente tirar as meias e sentir o chão com os nossos pés.
E assim foi. Colocámos materiais com diferentes texturas pelo chão da sala; tirámos os sapatos e começamos a andar, a explorar, a sentir!

De facto, o mais difícil foi conseguir voltar a colocar as meias nos pés da Bebé que resolveu começar a correr descalça pela casa fora!
Liberdade! Parecia ela gritar com os seus pés descalços pelos mosaicos frios do chão!

Mais tarde, no jardim, sentimos o tronco rugoso da pequena árvore que parece dimensionada propositadamente para a estatura da Bebé.
Talvez por isso a Bebé goste tanto de fazer festas nesta pequena árvore.


Aproveitou também para sentir a dureza das pedras do chão e experimentar o som que um pequeno ramo fazia ao bater em diferentes superfícies do jardim.


Quando vejo a Bebé ao ar livre compreendo o quanto o Sol, o ar, a terra, as coisas vivas são importantes para o desenvolvimento da Bebé.
Sentir, tocar, cheirar, ouvir, ver são verbos de aprendizagem.
Cabe a nós, adultos, providenciar às crianças as oportunidades para livremente poderem aprender como sapientemente todas as crianças o sabem fazer: através do seu corpo, fonte de todas as sensações, emoções e aprendizagens.

abril 01, 2010

A nossa Sopa - actividade para crianças de 2 anos

Esta é  uma actividade muito simples que se destinou a um grupo de crianças de 2 anos.
Explora os alimentos da sopa de uma forma muito simples.
Lembrei-me desta actividade porque a Bebé anda muito relutante em comer a sopa.
Pode ser que brincar um pouco com legumes a  motive a comer a sopa!

Actividade 1: “ A sopa do coelhinho branco”
Leitura acompanhada da manipulação de fantoches simples

Interpretação do conto: O que foi fazer à horta o coelhinho? Quem estava na casa do coelhinho e não o deixava entrar? A quem pediu ajuda o coelho? O que é que os amigos comeram?


Conto: A sopa do Coelhinho Branco

Nota: Este texto foi escrito propositadamente para esta actividade  e para um grupo particular de crianças. Trata-se de uma adaptação, muito adaptada :) do conto tradicional "O Coelhinho Branco".
Como a Cabra Cabrêz assustava muitas crianças resolvi torná-la menos asustadora! :)

Um dia o coelhinho Branco levantou-se muito cedo e disse:
- Hoje vou à horta apanhar legumes deliciosos para fazer uma bela sopa para o meu almoço!Nham, Nham!
Quando chegou à sua horta começou  a colher os legumes cantarolando:
- Uma couve verdinha
Duas cebolinhas
Três cenouras magrinhas
E quatro batatinhas
É tudo o que preciso
P`ra minha sopinha!
O coehinho regressou a casa mas quando lá chegou viu que a Cabra Cabrês que não era nada cortêz e gostava muito de pregar partidas tinha entrado na sua casa.O coelho aproximou-se da porta e disse:
- Deixa-me entrar Cabra Cabrêz!  Tenho pressa para fazer a minha sopa!
Mas a Cabra Cabrêz disse-lhe:
- Eu sou a Cabra Cabrêz que te pula em cima e te faz em três!
O coelhinho resolveu pedir ajuda ao cão Julião que ali passava:
- Cão Julião ajudas-me atirar a Cabra Cabrêz da minha casa?
E o cão disse:
- Claro que sim!
E ladrou muito alto:
- Ão, Ão! Saí já daí Cabra Cabrêz!
Mas a Cabra disse:
-Eu sou a Cabra Cabrêz que te pula em cima e te faz em três!
Resolveram pedir ajuda à vaca Urraca que ali pastava. E a vaca Urraca mungiu muito alto:
- Muum, muum! Saí já daí Cabra Cabrêz!
Mas a cabra disse:
-Eu sou a Cabra Cabrêz que te pula em cima e te faz em três!
Então, o coelhinho Branco olhou em volta e não viu mais ninguém..mas ao sentar-se numa pedra viu no chão a pequenina Formiga Rabiga e pediu-lhe ajuda. A formiga Rabiga disse-lhe logo que sim e ao chegar junto da porta gritou:
- Saí já daí Cabra Cabrês!
Mas a cabra disse:
-Eu sou a Cabra Cabrêz que te pula em cima e te faz em três!
Ao que a formiga Rabiga respondeu:
- E eu sou a formiga rabiga que te pula em cima e te fura a barriga!
A formiga entrou pela fechadura e picou a barriga da cabra que gritou:
-Ui, Ui! Que tola fui!
A cabra saíu aos pulos e disse ao coelhinho:
- Desculpa, Coelhinho Branco...eu só quis pregar-te uma partida...como recompensa posso fazer eu a sopa para o almoço?
E foi assim que todos os amigos comeram uma sopinha deliciosa preparada com os legumes do coelhinho e Branco e cozinhada pela Cabra Cabrêz que aprendeu de vez a ser mais cortêz!

Actividade 2: “Eu sou um coelhinho”
Introduzir a canção estabelecendo uma conexão entre o coelho do conto e o coelho da canção.
Cantar a canção com a mímica e os movimentos associados.


Actividade 3:Os alimentos da sopa do coelhinho

Mostrar alimentos reais às crianças que apareceram na história; deixar que os manipulem, cheirem; dialogar com as crianças sobre os legumes e de como são usados para fazer a sopa; conversar sobre a importância de comer a sopa
Actividade 4: “A nossa sopa”

Apresentar o vídeo e conversar sobre os diferentes legumes e a sopa.


Sugestões de leitura:

março 31, 2010

Reflecindo...A lição da semente


Olhe para a semente, mas veja a árvore!

Uma semente não tem dúvidas de sua natureza; ela simplesmente aguarda, pacientemente, o momento certo e o solo adequado para germinar e crescer até manifestar completamente sua natureza interior.

Uma semente de maçã tem a macieira em forma de projeto dentro de si. Mais do que isso, ela tem, potencialmente, os frutos, que se tornarão alimento para outros seres.

Algumas sementes podem passar meses, anos, séculos aguardando o ambiente propício para brotarem, sem perderem a força, o ideal, a natureza.

Essa capacidade das sementes chama-se “Dormência” e é um mecanismo de sobrevivência para propagação da espécie.

Recentemente uma equipe de botânicos e biólogos liderados por Sarah Sallon, do Centro de Pesquisa de Medicina Natural L. Borick, decidiu plantar sementes de tamareira com cerca de 2.000 anos de existência, que foram encontradas em escavações de 1963, na antiga fortaleza do rei Herodes, em Masada, perto do Mar Morto.

A semente da tamareira germinou, transformando-se no modelo que não se perdeu durante os 2.000 anos de espera. Curiosamente a planta foi apelidada de Matusalém.

Uma das grandes missões nossas neste plano é aprendermos a olhar além do que se mostra aos nossos olhos.

Quando iniciamos um projeto, nosso desejo é vê-lo pronto, acabado, funcional e perfeito. Quando iniciamos um relacionamento, a nossa vontade é que tudo se desenvolva de forma perfeita, harmoniosa, feliz e maravilhosa. Quando criamos os filhos, nosso coração bate mais forte só de imaginá-los crescendo alegres, sadios, maravilhosos e perfeitos.

No decorrer do projeto, do relacionamento, da criação dos filhos e de outras coisas de nossas vidas podem ocorrer situações que nos fazem perder de vista a visão idealista daquilo que objetivamos. No caso do projeto, por exemplo, pode faltar dinheiro para sua conclusão, podem faltar materiais, o prazo pode não ser suficiente e podem ocorrer outras situações que tragam desânimo, pessimismo ou estresse. Aí entra a lição da semente.

Quem de nós consegue olhar para a semente de um projeto e vê-lo como uma árvore crescida rendendo os frutos esperados?
- Quem de nós consegue esperar o tempo certo de germinação, brotamento e desenvolvimento do projeto?
- Quem de nós consegue manter-se fiel aos seus ideais durante as intempéries?
A lição da semente nos ensina a olhar a semente da maçã, por exemplo, e ver as maçãs já colhidas. Se acreditamos em nossos sonhos e ideais, é necessário termos essa mesma determinação em relação a eles. A Natureza que criou as árvores e as plantas é a mesma que nos criou.

- Temos a capacidade de semear idéias.
- Temos a capacidade de transcender o que está manifestado e vermos além; muito além…
- Temos a capacidade de ver o nosso ideal perfeitamente concretizado
Quanto mais visualizarmos a realização perfeita do nosso projeto, mais estaremos contribuindo para sua execução correta. Da idéia inicial à conclusão do projeto, nossa mente exerce forte influência na manifestação dele. Pensamentos positivos e confiança são como adubo para nossas idéias. Visualizando nosso projeto perfeitamente concluído, estamos nutrindo-o, como o solo nutre o broto da planta que está crescendo.

Certamente você conhece aquela experiência em que se coloca um grão de feijão para germinar em um algodão molhado. Se deixarmos o algodão secar, o broto nem se formará ou, se já tiver brotado, morrerá. Além da água ele precisará também da luz do Sol.

Assim como o broto se desenvolve na direção da luz solar, nossos projetos se desenvolverão na direção de nossas expectativas.
Iluminemos nossos projetos com a luz do pensamento e das palavras positivas.

Quem planta, colhe.
Plantemos nossos sonhos, reguemo-los frequentemente, alimentemo-los adequadamente e tenhamos a paciência necessária para aguardar o seu desenvolvimento, sem perder de vista os frutos ideados.
Aprendamos com a semente!
Fonte: João Carlos Cordeiro

Actividades simples para celebrar a Páscoa com a Bebé: ovos, bolinhos e coelhinhos

1. Pintando os ovos

Com uma batata cortada ao meio carimbámos os ovos.
Depois com a ajuda de um contonete pintámos os ovos. Também pintámos alguns ovos com os dedos.
Usámos tinta feita com corante alimentar, água e farinha.











2. Cozinhando os bolinhos-ovinhos
Preparámos a massa.












A Bebé aproveitou para desenhar na farinha.

Fizemos ovinhos de diferentes cores, misturando na massa corante alimentar de diferentes cores.












3. Construindo coelhinhos
A partir de um rolo de cartão fizemos um coelho para guardar os bolinhos-ovinhos.


Na verdade, a participação da Bebé neste altura resumiu-se a uma enorme brincadeira com a ráfia!


O coelhinho da prima L. ficou muito original! Está a piscar-vos o olho! :) E a dizer-vos: Páscoa Feliz! Doce, cheia de vida e de cor!

março 30, 2010

É tão bom dançar! E ver vídeos (?!)

Apesar de nos últimos dias a Bebé ter estado um pouco doente; não perdeu a vontade de dançar! E com a companhia da Prima L. tudo é muito mais divertido!

E, apesar de toda a  controvérsia sobre os benefícios e malefícios dos Bebés assistirem a Dvd`s e afins; parece-me que o importante é não exagerar e não esquecer que a presença do adulto,enquanto mediador é fundamental.


Não esqueçamos o papel fundamental que o afecto tem na aprendizagem: aprender é muito mais fácil na presença suportiva e securativa de um adulto de referência.


No que diz respeito à Bebé os vídeos têm proporcionado momentos de diversão, de dança e têm potenciado o desenvolvimento da linguagem. Não tenho dúvida.

Mas menos dúvidas tenho ainda quanto ao papel fundamental que a presença do adulto (presença Activa) desempenha durante o visionamento destes vídeos.

Estes vídeos devem enriquecer, diversificar as experiências do bebé e não substituir algo ou muito menos alguém.
E por mais que o  publicitem, estes vídeos e progamas não são educativos por si só.

Sendo assim, obrigada, Prima L. por cantares, dançares, veres vídeos e leres livros com a Bebé e por fazeres isto tudo com tanto, tanto afecto.


Pequeno (mas grande!) jardim de varanda

O nosso pequeno jardim de varanda continua muito movimentado.
Sempre que quer ír jardinar, a Bebé diz: "Mamã, pica-pica!" e vai a correr procurar o chapéu.
Depois começa a sua azáfama: a sua principal tarefa é mesmo transportar areia da caixa para os vasos e assim, por estes dias, as pobres plantas já estão quase cobertas de areia!

Hoje a lagarta de cartão que pintámos teve direito a comer as folhitas das plantas (as poucas folhas que ainda resistem!).

Enfim, estes momentos de contacto com a terra, a areia, a água, as plantas, o ar são muito revitalizantes e tranquilizantes.

É impressionante como um pequeno espaço como este pode proporcionar tantos benefícios para a Bebé.

Actualmente a Bebé tem ao seu dispôr alguns vasos com plantas diferentes; uma caixa de areia; pás e recipientes; regador; uma vassoura e uma caixa com pedras e conchas.

Os momentos no jardim são livres; a Bebé explora por si mesma; apenas estou lá observando, ouvindo e chamando a atenção da Bebé se surgiu, por exemplo, um insecto ou outra particulariedade qualquer.

E é claro; não é uma actividade limpa; sempre que termina a jardinagem varremos o chão; lavámos as mãos e, muitas vezes, temos de mudar de roupa! :)

(Mas sentimos sempre que vale apena!)


março 28, 2010

Proposta de actividades simples sobre Plantas para crianças de 2 anos

As plantas são seres vivos extraordinários mas por vezes esquecemos o enorme potencial educativo destas em detrimento dos animais.
Ao contactar com a terra, água, plantas; o bebé pode descobrir e explorar o mundo que o rodeia de uma forma activa e envolvente, descobrindo processos fundamentais do mundo vivo.

As actividades seguintes foram projectas para um grupo de crianças de 2 anos de idade mas podem ser adaptadas a outras idades.

Actividade 1: Vegetais em vaso

Materiais:
Vasos com plantas: morangueiro, tomateiro, alface, couve, cebola, feijoeiro, ervilheira, hortelã e salsa.

Estratégias possíveis:
Uma de cada vez, cada planta é observada e explorada.

Perguntar as crianças o que é, como se chama, qual é a sua cor, o que há no vaso.

Observar as folhas, os frutos se existirem.

Cheirar, tocar levemente nas folhas.

Dar uma folha da hortelã a cada criança para que a parta em pedaços menores; dizer à criança que a cheire.

Dar a cada criança uma vagem seca de ervilha e outra de feijoeiro; ajudar a abri-las para descobrir o que há no seu interior.

Observar as sementes das vagens: o que serão? E se as puséssemos na terra?

Conversar com as crianças sobre a utilização de algumas destas plantas na sopa e nas saladas.

Sugerir que ao almoço tentem descobrir no seu prato, alguns destes vegetais.

Objectivos:
Explorar diferentes plantas em vaso, de modo a desenvolver a observação, o gosto por explorar e comparar objectos e a curiosidade das crianças pelo mundo natural

Dar oportunidade às crianças para descobrirem de onde vêm alguns dos alimentos da sopa e da salada
Permitir que as crianças explorem e contactem com alimentos que normalmente não apreciam muito mas que são essenciais ao seu desenvolvimento saudável

Desenvolver a linguagem oral ao descrever, comentar os objectos e as situações vivenciadas

Desenvolver e introduzir vocabulário relativo às plantas (semente, folha, caule, terra)

Introduzir e contextualizar a actividade da sementeira do feijão



Actividade 2: Feijões Mágicos

Materiais:
Recipiente com terra própria para sementeira

Feijões
Copos de plástico
Colheres de plástico
Garrafas de plásticocom água


Estratégias possíveis:
Dar a cada criança um copo de plástico e uma colher.

Colocar dois recipientes com terra própria para sementeira.

Dizer às crianças que coloque no copo alguma terra.

Dar um feijão a cada criança e explicar como o deve por no copo.

Dar a cada crianças uma garrafa com água e pedir que coloquem alguma água sobre a semente.

Colocar mais terra no copo. Calcar com os dedos.

Colocar em cada copo a identificação de cada criança e explicar que todos os dias iremos observar o nosso feijão para ver o que lhe acontece.

Objectivos:
Proporcionar às crianças uma actividade que as permite contactar com a terra, a água, e uma semente de modo a poder experimentar in loco o processo biológico da germinação

Dar oportunidades às crianças para perceber de onde vem os vegetais que fazem parte da sua alimentação

Despertar nas crianças o interesse pelo mundo natural, desenvolvendo o espírito experimental, alicerce do conhecimento científico

Coordenação e controlo progressivo das potencialidades manipulativas de carácter fino


Actividade 3: Ainda nada?
 
Materiais:
Dispositivo para apresentação do vídeo
 
Estratégias possíveis:
Apresentação em Power Point do conto: “Ainda nada?”

Conversar de forma breve sobre o conto, focando as etapas-chave do processo da sementeira e germinação da semente: fazer um buraco na terra; colocar a semente; por terra sobre a semente; regar; esperar; crescimento da semente no solo; germinar da semente; crescimento da planta.

Relacionar as etapas observadas no livro com as realizadas anteriormente pelas crianças durante a sementeira do feijão.

Levantar a questão final: Será que vai acontecer o mesmo com o feijão que nós semeamos?

Objectivos:
Contextualizar e aprofundar os conteúdos e as experiências das actividades de observação de vegetais e posterior sementeira do feijão.

Despertar nas crianças a curiosidade e a capacidade de questionar de modo a desenvolver nestas o espírito crítico e reflexivo que será a base do conhecimento científico

Proporcionar às crianças uma oportunidade de contactar com uma tecnologia diferente para contar uma história, ajudando-as a descobrir e a apreciar diferentes formas de comunicação

Proporcionar às crianças o contacto com um tipo de ilustração diferente, simples, com diferentes materiais e texturas, de modo a desenvolver nas crianças o gosto pelo diferente, pelo belo e pela arte

Actividade 4: A Semente
 
Materiais: Nenhum
 
Estratégias possíveis:
Fazer uma roda com todas as crianças do grupo.

Narrar devagar, o nascimento e o posterior crescimento da planta, ao mesmo tempo que o imita:

Primeiro pomos uma semente/feijão na terra (sentar de cócoras no chão, simulando com as mãos o colocar da semente na terra);

Depois alguém rega e a planta vai crescendo muito devagarinho (erguer um pouco o tronco);
Depois o Sol aquece-se a planta e ela cresce mais e mais;
já cresceu muito; está muito grande (colocar de pé, com o corpo bem direito);
E como já é a Primavera, a planta ganhou folhas e flores de todas as cores (estender os braços);
Quando o vento sopra, a planta mexe-se (balançar os braços).
As crianças imitam os movimentos da educadora.
Objectivos:
Representar mimicamente, numa dramatização simples, o nascimento de uma planta de modo a consolidar de forma orgânica, activa e divertida as experiencias do dia

Desenvolver a imaginação, e a capacidade de simbolização das crianças
Desenvolver a capacidade de observação, memorização
Coordenar e ajustar o comportamento ao das outras crianças durante o jogo dramático
Desenvolver a coordenação, equilíbrio e o controlo dinâmico de próprio corpo


(imagens retiradas de e de.)