Já há algum tempo que a Bebé faz enfiamentos com cereais de pequeno almoço.
Aliás temos usado estes cereais em diversas actividades pois decidi que ninguém cá em casa os iria comer uma vez que, após leitura dos seus ingredientes, constatei que tinham pelo menos seis "E" (corantes?!) diferentes!
Hoje, usando um dos enfiamentos de cereais da Bebé, demos vida a uma nova lagarta pois a nossa outra lagarta (que era de cartão) entretanto já desaparecera.
É interessante constatar os primeiros passos da Bebé no jogo simbólico, observado-a a falar com a lagarta, a alimentá-la, a fazer-lhe festas, a dizer-lhe "adeus" e a perguntar-lhe " Queres aguinha, `agarta?"
A Bebé trata muito bem da sua nova lagarta, dá-lhe folhas e até saborosas flores para ela comer!nhac, nhac, nhac! :)
maio 18, 2010
Jogo simples com "autocolantes" feitos em casa para a Bebé
A Bebé adora descolar e colar autocolantes e tais movimentos são óptimos para o desenvolvimento da motricidade fina.
Mas os livros com autocolantes que possuí não permitem descolar os autocolantes para voltar a usá-los; o que decepciona a Bebé.
Então lembrei-me de fazer os nossos próprios autocolantes.
Utilizei plástico autocolante de várias cores e recortei diferentes formas simples que a Bebé já nomeia.
Depois coloquei as folhas com o perfil dos autocolantes desenhado dentro de uma capa de plástico e a Bebé pode finalmente descolar/colar autocolantes ao mesmo tempo que faz um jogo simples que explora as formas (reconhecimento, identificação) e as cores.
Ao longo das semanas planeio acrescentar capas com folhas com outros autocolantes, talvez com formas mas complexas ou com dimensões menores, dependendo do interesse e motivação da Bebé e colocar todas as capas de plástico num pequeno dossier.
Crianças mais crescidas podem elas mesmas fazer o seu próprio jogo de autocolantes.
Mas os livros com autocolantes que possuí não permitem descolar os autocolantes para voltar a usá-los; o que decepciona a Bebé.
Então lembrei-me de fazer os nossos próprios autocolantes.
Utilizei plástico autocolante de várias cores e recortei diferentes formas simples que a Bebé já nomeia.
Depois coloquei as folhas com o perfil dos autocolantes desenhado dentro de uma capa de plástico e a Bebé pode finalmente descolar/colar autocolantes ao mesmo tempo que faz um jogo simples que explora as formas (reconhecimento, identificação) e as cores.
Ao longo das semanas planeio acrescentar capas com folhas com outros autocolantes, talvez com formas mas complexas ou com dimensões menores, dependendo do interesse e motivação da Bebé e colocar todas as capas de plástico num pequeno dossier.
Crianças mais crescidas podem elas mesmas fazer o seu próprio jogo de autocolantes.
Ideias simples para explorar figuras geométricas com a Bebé e outras noções matemáticas elementares
A Bebé aos 19 meses já identifica algumas formas e figuras como o quadrado (embora ainda não distinga quadrado de rectângulo chamando a ambos "quadrado"), o coração, a estrela, o triângulo, a forma oval que designa como "ovo", a forma circular que designa como "bola" e forma espiral que designa como "caracol"! lol
Então, seguindo o seu interesse pelo reconhecimento das formas pensei em fazer as figuras de um triângulo, de um quadrado, de um círculo e de um rectângulo no chão do seu quarto de brincar, usando fita adesiva colorida.
A Bebé adora passear-se por entre as figuras; colocar-se dentro e fora das figuras; tentar pular de figura em figura; colocar objectos dentro/fora das formas e sobre a fita que as limita.
A par desta exploração livre das figuras proponho por exemplo à Bebé colocarmos dentro de cada figura objectos que tenham essa forma dessa figura; reforço os conceitos de dentro e fora colocando-me a mim dentro e fora da figura; colocamos brinquedos semelhantes dentro de uma figura (bonecos dentro do triângulo; carros dentro do círculo; jogos dentro do quadrado....) explorando assim ainda que de forma elementar noção de conjunto e categoria.
Desenhei no chão uma linha aberta em forma de quadrado e outra em forma de círculo para explorar conceitos de linha aberta/fechada.
É interessante pensar como é possível explorar e descobrir e desenvolver tantos conceitos e a partir de algo tão simples como umas fitas adesivas coladas no chão! :)
Então, seguindo o seu interesse pelo reconhecimento das formas pensei em fazer as figuras de um triângulo, de um quadrado, de um círculo e de um rectângulo no chão do seu quarto de brincar, usando fita adesiva colorida.
A Bebé adora passear-se por entre as figuras; colocar-se dentro e fora das figuras; tentar pular de figura em figura; colocar objectos dentro/fora das formas e sobre a fita que as limita.
A par desta exploração livre das figuras proponho por exemplo à Bebé colocarmos dentro de cada figura objectos que tenham essa forma dessa figura; reforço os conceitos de dentro e fora colocando-me a mim dentro e fora da figura; colocamos brinquedos semelhantes dentro de uma figura (bonecos dentro do triângulo; carros dentro do círculo; jogos dentro do quadrado....) explorando assim ainda que de forma elementar noção de conjunto e categoria.
Desenhei no chão uma linha aberta em forma de quadrado e outra em forma de círculo para explorar conceitos de linha aberta/fechada.
É interessante pensar como é possível explorar e descobrir e desenvolver tantos conceitos e a partir de algo tão simples como umas fitas adesivas coladas no chão! :)
Uma Jarra feita a partir de um frasco de vidro decorado pela Bebé
Há muito tempo que queria ter feito esta actividade com a Bebé porque ambas adoramos plantas e pintar.
Por outro lado ter flores naturais em casa é sempre como ter um pouco de vida e cor perto de nós!
Assim apanhámos algumas flores silvestres na beira de um caminho para pôr na nossa jarra.
Pôr flores numa jarra é um excelente exercício de coordenação óculo-manual para a Bebé além de ser também uma forma de educação estética.
Ser capaz de apreciar e valorizar a beleza na Natureza torna-nos mais felizes e conscientes da necessidade de protegê-La.
Aproveitámos também para contar as flores, nomear as suas partes (folha, flor, caule), as suas cores, os seus nomes; cheirámo-las; constátamos se picavam ou se eram "fofinhas"...
Por outro lado ter flores naturais em casa é sempre como ter um pouco de vida e cor perto de nós!
Assim apanhámos algumas flores silvestres na beira de um caminho para pôr na nossa jarra.
Pôr flores numa jarra é um excelente exercício de coordenação óculo-manual para a Bebé além de ser também uma forma de educação estética.
Ser capaz de apreciar e valorizar a beleza na Natureza torna-nos mais felizes e conscientes da necessidade de protegê-La.
Aproveitámos também para contar as flores, nomear as suas partes (folha, flor, caule), as suas cores, os seus nomes; cheirámo-las; constátamos se picavam ou se eram "fofinhas"...
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Publicada por
Angela
maio 16, 2010
Ler em voz alta livros para crianças
Partilho aqui parte de um documento que dá importantes indicações para se ser bem sucedido ao ler em voz alta um livro para crianças e fá-lo de um modo simples mas focando, na minha opinião, factores muito importantes a ter em conta antes, durante e depois da leitura em voz alta.
1. Selecting books to read aloud
Try and ensure that the stories and activities you have planned are appropriate for the age group you will be reading to (for example, picture books with limited text are likely to appeal to children between four and seven, stories with short chapters to six to eight-year-olds, ‘choose your own adventure’ work with 9 to 11-year-olds).
The most important thing to remember is that enthusiasm counts for more than experience.
Make sure that the stories you choose are ones you yourself like and will enjoy reading.
Also be sure they are good stories to read aloud.
It is essential to practise reading aloud any books you intend to use a few times in advance of the session. This will make your reading voice more confident and improve the children’s experience of being read to try them out several times on your own first.
How do they read? Imagine the characters, their intonations and so on. If you feel you need to differentiate
between the voices of different characters, you need not change the accent or pitch of your voice, but instead might want to talk more hesitantly for a timid character, more confidently for a hero, and so on.
You could try to think about yourself telling a favourite anecdote to your friends, and apply that style to the
stories you’re reading.
Practising on friends, colleagues or younger relations will provide you with valuable feedback.
2. Once you start to gain your confidence in front of children, try a bit of dramatic acting.
If there is a scary moment, try gasping and looking frightened – childrenwill think it’s funny if you look more frightened than they are. You could also use silly voices for different characters (kids will love it) or change the tone of your voice (shouting, whispering, singing) wherever relevant.
This really keeps the children’s attention and should be more fun for you!
3. As you practise reading, look for parts of the story that children can join in with, for example repetitive phrases such as “There’s a shark in the park!” or “I don’t like peas!”
Also, look out for themes you can ask questions about, for example “Who’s seen a shark?”, “What’s your favourite thing in the park?” and “What food
don’t you like?”
4. If you have a long story and some sections seem un necessary, it’s fine to skip them, but decide exactly what you’re missing out in advance.
Try and find stories that are no more than five or ten minutes long, to keep children’s attention. It is easier to read three stories of five minutes each than one of 15 minutes.
5. Make sure that there are as few as possible distractions around you: if inside, sit
in front of a wall rather than an interesting bookshelf or a window; if outside, find a spot on the grass away from fountains, picnic benches or similar if possible.
6. Place your chair on a level slightly above that of your audience and make eye contact with everyone.
You should be able to see all the children from where you are sitting or standing.
You should be able to see all the children from where you are sitting or standing.
7. Move them around if necessary: ask the teachers if there are any particularly disruptive children, and sit them in the front row so you can keep an eye on them.
Paying them attention before you begin the story can help them to feel less like they need to compete with you for attention during it.
Some storytellers like to have complete silence before they begin, so that the children are concentrating and focus
ed on the story and the person reading it.
For small children, you can encourage them to be quiet by using imaginative props, for example a little bell can be effective. Say that beforeyou begin, you’d like everyone to be able to hear the story, so you’re going to try a “quiet spell”.
Get children’s attention and cooperation by saying that everyone needs to concentrate for the magic to work, and once you have relative silence, ring the bell and begin the story.
Alternatively, if you prefer the children to feel relaxed, or you have a very quiet group, you can begin the session by letting them make some noise!
This will help children to feel less shy and more confident about speaking up withquestions and comments later in the session.
A great opener is to introduceyourself by name, then ask the children to shout “Hello James!” (or whatever yourname is). Afterwards, tell them you think they can do better, and get them to tryagain, louder this time. If you’re feeling very brave, you could try telling them that you have incredible hearing, and that they should all shout their name at once.
Count them in: one…two… three…. and prepare to be deafened!
9. Generally speaking, the more interactive you make the session, the more children will enjoy it.
They will love being given the chance to speak out, and this will also help keep their attention focused. Be as expressive as possible – if you’re having fun,the children will too!
10. Don’t feel that you have to stick purely to the text on each page.
Talk about the pictures, what they can see (take time to hold the book up for everyone to look), what they think is going to happen on the next page and so on before you read them the actual text. You’ll find this very easy once you get started.
11. Sound effects, actions and repetition
Farmyard or jungle stories are an obvious opportunity for sound effects – ask children to make the noises of each animal as they appear in the story.
Other good sound effects to demonstrate for children before asking them to help are the wind (whistling and blowing), somebody or something running (stamping of feet), sudden loud noises (hand clap or shout “bang!”), aliens (high-pitched beeps and gurgles) or cars (brrrm brrrm sounds).
Use your imagination or even any props you might havem available.
maio 14, 2010
Um, dois, três maltês
A Bebé tem paixão por este livro e eu também!
As ilustrações são divertidas, cheias de pormenores que a Bebé adora procurar; as cores fortes e contrastantes enchem-nos de energia mas o que mais me fascina é o texto; um texto simples mas cheio de rima, ritmo, continuidade, inter-actividade; que está em plena harmonia com as ilustrações.
Um livro cheio de potencialidades para o desenvolvimento a linguagem; que permite explorar conceitos espaciais, explorar as diferenças e vê-las como algo divertido; identificar emoções...enfim, tantas potencialidades e, estranhamente, ou talvez não, adquiri este livro por apenas 3 euros.
A qualidade nem sempre é cara!
O livro chama-se Um, dois, três maltês; escrito por Nadia Budde e a editora é a Cobra Laranja.
As ilustrações são divertidas, cheias de pormenores que a Bebé adora procurar; as cores fortes e contrastantes enchem-nos de energia mas o que mais me fascina é o texto; um texto simples mas cheio de rima, ritmo, continuidade, inter-actividade; que está em plena harmonia com as ilustrações.Um livro cheio de potencialidades para o desenvolvimento a linguagem; que permite explorar conceitos espaciais, explorar as diferenças e vê-las como algo divertido; identificar emoções...enfim, tantas potencialidades e, estranhamente, ou talvez não, adquiri este livro por apenas 3 euros.
A qualidade nem sempre é cara!
O livro chama-se Um, dois, três maltês; escrito por Nadia Budde e a editora é a Cobra Laranja.
O cerébro do Bebé - principais áreas do desenvolvimento e actividades para promover o desenvolvimento do bebé
Zero to Three é um sítio que recomendo a todos os pais e educadores.Partilho aqui um recurso deste sítio que considero muito interessante. Trata-se de uma aplicação que permite compreender o que se passa no cérebro do bebé desde o período pré-natal até aos 3 anos; respondendo a questões pertinentes em cada idade e dando sugestões de actividades com vista à promoção do desenvolvimento do bebé.
maio 08, 2010
O que devem as crianças aprender?
O artigo que aqui divulgo reflecte sobre o que é realmente importante que as crianças aprendam no jardim de infância reflectindo sobre a importância da vertente social da aprendizagem, sobre a importância do meio cultural onde as aprendizagens ocorrem, sobre a importância das relações humanas que medeiam a apendizagem, sobre um ensinoque se quer plural e inclusivo.
Pareceu-e especialmente interessante esta frase na conclusão do artigo:
Pareceu-e especialmente interessante esta frase na conclusão do artigo:
"In conclusion, I would like to rephrase the question posed at the beginning of this paper—"What should children learn?"—with a more essential first question: What should adults do to insure that children learn those skills, knowledge, and concepts that reflect their individual needs, interests, and capabilities; promote their inclusion and full participation in a democratic society; and protect their rights as citizens to that knowledge that will enhance their current and future lives and productivity?"Esta pergunta não tem uma resposta simples, nem única. Mas abre caminhos para a reflexão sobre o que será realmente importante que as crianças aprendam no jardim de infância.
O artigo intitula-se What Should Children Learn? Making Choices and Taking Chance e está disponível aqui
maio 05, 2010
A Técnica da Tartaruga para o desenvolvimento do auto-controlo em o "Segredo da Tartaruga Sally"
Agora que a minha doce Bebé começa a demonstrar de forma mais assertiva as suas frustações lembrei-me da Técnica da Tartaruga; não para a usar com a Bebé mas para usá-la comigo :); é que é preciso parar para pensar, às vezes; aclamar e só depois, então reagir.
A Técnica da Tartaruga pode auxiliar as crianças (quiça nós adultos ?! :) no controlo do sentimento de raiva.
Partilho aqui uma apresentação retirada daqui que explica muito bem a técnica e também um exemplo de uma actividade com vista à aplicação desta técnica no Jardim de Infância.
o Segredo Final
A Técnica da Tartaruga pode auxiliar as crianças (quiça nós adultos ?! :) no controlo do sentimento de raiva.
Partilho aqui uma apresentação retirada daqui que explica muito bem a técnica e também um exemplo de uma actividade com vista à aplicação desta técnica no Jardim de Infância.
o Segredo Final
maio 04, 2010
Um presente simples para as mães das nossas vidas (avós lindas!)
Metemos as mãos na massa,muita farinha, água e sal; a Bebé adora preparar a massa de sal e tem cada vez mais autonomia durante o processo.
Depois de preparada a massa é hora de experimentá-la; desta vez a Bebé divertiu-se a "picar" a massa com um garfo e tentar cortá-la com uma faca (tarefa muito complicada para a Bebé!).
Enquanto a Bebe explorava a massa, moldei um objecto circular e no centro fiz um coração com a ajuda de um copo com esta forma.
Mais tarde a Bebé ajudou a pintar o objecto e salpicamo-lo com "brilhantes" vermelhos.
Colei depois um íman na parte posterior do objecto para as Avós o puderem pendurar no frigorífico e assim lembrarem-se muitas vezes por dia o quanto as adoramos.
Depois de preparada a massa é hora de experimentá-la; desta vez a Bebé divertiu-se a "picar" a massa com um garfo e tentar cortá-la com uma faca (tarefa muito complicada para a Bebé!).
Enquanto a Bebe explorava a massa, moldei um objecto circular e no centro fiz um coração com a ajuda de um copo com esta forma.
Mais tarde a Bebé ajudou a pintar o objecto e salpicamo-lo com "brilhantes" vermelhos.
Colei depois um íman na parte posterior do objecto para as Avós o puderem pendurar no frigorífico e assim lembrarem-se muitas vezes por dia o quanto as adoramos.
Beijo, beijo, queridas Avós V. e N.!
maio 03, 2010
Actividades Matemáticas na Natureza
Este trabalho propõe três actividades simples que usam a Natureza como fonte para aprendizagens matemáticas.
Apresenta também os objectivos e conteúdo explorados no Domínio da Matemática para cada uma das actividades e a integração dos conteúdos das actividades com outras Áreas.
Os objectivos principais das actividades são:
. Identificação, reconhecimento e procura de diferentes formas
. Desenvolvimento do sentido de número
. Construção e reconhecimento de padrões.
As actividades baseiam-se em propostas apresentadas no livro: Mathematic in the Earlier Years (NAYEC), cuja leitura recomendo vivamente.
A MAT AO AR LIVRE 2
Apresenta também os objectivos e conteúdo explorados no Domínio da Matemática para cada uma das actividades e a integração dos conteúdos das actividades com outras Áreas.
Os objectivos principais das actividades são:
. Identificação, reconhecimento e procura de diferentes formas
. Desenvolvimento do sentido de número
. Construção e reconhecimento de padrões.
As actividades baseiam-se em propostas apresentadas no livro: Mathematic in the Earlier Years (NAYEC), cuja leitura recomendo vivamente.
A MAT AO AR LIVRE 2
maio 02, 2010
Um presente simples com conchas para a C.
Adoramos a C., muito. E adoramos o mar, as conchas, os búzios... então lembramo-nos de fazer esta "escultura" marítima para a C. com as mil e uma conchas que há cá por casa.
A Bebé ajudou a decorar uma embalagem de cartão que tínhamos cá em casa para guardarmos a "escultura".
A partir de um registo de pintura da Bebé, recortei pequenas formas marinhas e colei-as na embalagem.
Um presente totalmente "reciclado"! :)
Usámos massa de sal e como molde o fundo de uma garrafa de água.
Em seguida colocámos pequenas conchas, búzios, corais...
A Bebé ajudou a decorar uma embalagem de cartão que tínhamos cá em casa para guardarmos a "escultura".
A partir de um registo de pintura da Bebé, recortei pequenas formas marinhas e colei-as na embalagem.
Um presente totalmente "reciclado"! :)
Aproveitámos ainda a massa que sobrou e fizemos estas conchas usando como molde uma concha verdadeira. Colámos um íman na parte posterior.
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